segunda-feira, 29 de junho de 2009

O Rei do Pop e a revolução dos videoclipes

Ok, ok... serei mais um na multidão a falar e prestar homenagem a um dos mais interessentes, estranhos e complexos ídolos da história. Para mim, um ídolo maior que Beattles ou Elvis Presley, talvez por ser mais da geração pop, mas principalmente por tudo que ele trouxe de novo. Elvis é muito imitado e, de certa forma, não é tão difícil imitá-lo. Os Beattles nem são tão imitados assim, ainda que várias bandas cover façam muito sucesso por aí... mas ninguém consegue imitar a voz e a dança de Michael Jackson. São poucos os que podem reproduzir seus passos de dança, outros poucos que podem cantar como ele, raríssimos fazem as duas coisas, mas ninguém com a mesma energia e cinergia com o público.

Como aqui a idéia é falar sobre o audiovisual, nada mais justo do que fazer esta pequena homenagem falando do maior clipe de todos os tempos: Thriller. Não só pela música que virou um sucesso, ou pela coreografia, que de fato é genial e todo mundo quer aprender um dia. Mas sim porque revolucionou o jeito de ser fazer vídeos musicais. Se os Beattles foram precursores desse tipo de trabalho (e eu acredito que até A Velha a Fiar, de Humberto Mauro também o seja), foi Michael que o fez enquanto um espetáculo completo. Não só uma ilustração para a música, um acompanhamento visual, mas sim um produto completo por si só. O clipe de Thriller inteiro é um curta metragem, muito bem dirigido e produzido. É sempre um ícone quando se fala de zumbis e de estética dos anos 80 para filmes de terror. Bebe muito dos filmes de George Romero, mas também influencia vários outros.

Assim, deixo aqui um vídeo da versão ao vivo de Thriller. O original não pode ser incorporado, por restrições do próprio YouTube, mas pode ser acessado por aqui. É pra ver, rever, re-rever e ver quantas vezes quiser, porque se a pessoa Michael Jackson se foi, o mito é eterno.




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